Este blog tem se transformado num espaço para falar da minha família, da nossa Fofamília.
Portanto, estou migrando o blog para um novo endereço, mais apropriado – ipsis litteris deixou de combinar com o que posto aqui.
Agora, nossos posts passam a ser publicados no endereço:
www.fofamilia.wordpress.com
Encontrem-nos lá. ;)
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Quem segue o blog, seja por e-mail ou pelos feeds, deve atualizar os links. Isso é bem fácil e rápido de fazer no novo blog, está tudo no menu lateral.
É sábado à tarde, vamos os quatro sair de casa. O Rafa desce as escadas do prédio sozinho, à frente de todos. Quando nós chegamos ao hall, ele está num sofazinho, a cabeça para baixo, virada para o fundo do sofá, e o bumbum virado para cima. Olho para ele e lhe digo:
– Já sei, deste um pum! Sabias que tem câmeras gravando tudo? [Aponto para onde está a câmera.] E a câmera grava com som, então, se foi um pum barulhento, está tudo gravado.
O Rafofura arregala os olhos, muito sério, e me pergunta:
– Grava cheiro, também?
Eu estava fazendo panquecas pela terceira vez (na vida). Na primeira, o gosto tinha ficado ótimo, mas a textura ficara ruim, pois tinha usado leite desnatado (dã). Na segunda, a textura melhorou, mas o gosto da primeira tinha ficado melhor. Na terceira vez em que fiz panquecas, ficou tudo bom, gosto e textura.
O Victor e o Rafa acompanhavam o preparo das panquecas, ansiosos. O Victor, principalmente, fazia a sua típica cara de pidão-morto-de-fome.
Eu servi panqueca aos dois e experimentei uma. Achei que estava realmente gostosa e comentei com eles:
- Posso dizer? Desta vez eu acertei!
Ao que o Victor respondeu:
- Crazy, tu acertas sempre. Só que às vezes tu acertas mais. #nhoimm
Estávamos chegando em casa, o Victor, o Rafa e eu. O Rafofura olhou para a caixinha de correio e me disse:
- Zêzi, quando eu vier aqui com a minha mãe [ela vem buscá-los em nossa casa ou trazê-los], eu vou colocar uma cartinha pra ti. Vou escrever:
“Para Daise.
I love you.”
No dia 9 de novembro de 2011 foi realizado o Arte na Ilha 2011, evento promovido pela Escola da Ilha, onde o Victor estuda desde o primeiro ano.
Em todas as edições os alunos fazem apresentações artísticas e lançam um livro com histórias escritas por eles, chamado Pequenos Autores da Ilha. Cada turma publica seu livro. A edição da turma do Victor, em 2011, tinha como tema Enigmas e Aventuras.
Abaixo, a capa do livro e a historinha do Vi – que tem eu, o Rafofura e o Zúnio como personagens (clica na imagem para abri-la em tamanho maior).

Atenção: O texto é totalmente fictício. A única semelhança com a realidade é o fato de o Victor realmente não gostar de pudim, enquanto eu adoro essa sobremesa. (:
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Numa prova de Ciências, os alunos poderiam escolher fazer a prova com ou sem consulta. A prova com consulta valeria 10, e quem escolhesse fazer sem consulta e acertasse tudo tiraria nota 11. Adivinhem?
O melhor da prova (além da nota, é claro): a primeira resposta da questão 3 e o enunciado da 4.
Não apareci aqui em outubro e nem tinha me dado conta de que fazia tanto tempo. Correria, correria, correria. Mas tudo vai muito bem, obrigada. Muita revisão de texto, muito estudo no mestrado, muita leitura, muito tempo com a minha família amada. Aliás, em outubro foi oficializada a Fofamília Pereira Carpes. Eu e o Junior nos casamos no dia 13 de outubro (porque tinha que ser num dia 13) e agora nós quatro somos Pereira Carpes. Mas nem isso deu pra vir aqui contar, para terem uma ideia.
Meus fofinhos continuam uns lindos, amados, encantadores. As falas deles têm indo para o caderninho (que, aliás, deverá ser substituído em breve, pois está no fim), mas não tenho conseguido trazê-las pra cá com a frequência que eu gostaria.
Porém, para matar a saudade e fazer um registro depois de tanto tempo, aí vão dois diálogos meus com o Vi nos últimos dias:
20 de outubro
– Vi, te amo.
– Crazy, sua ladra!
– Por quê?
– Por duas coisas: roubaste a minha fala, porque EU ia dizer que te amo, e o meu amor.
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3 de novembro
O Victor está longe de mim e me diz:
– Crazy, algo acaba de acontecer.
– O quê, meu lindo?
– Eu passei a te amar mais.
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E eu, onde ponho esse amor gigante que sinto por essas coisas lindas? :)











